quinta-feira, 25 de abril de 2013

AÇUCAR, VILÃO DA OBESIDADE, NA ALIMENTAÇÃO INFANTIL


Texto de Renata Kotscho Velloso*
O açúcar, não a gordura, é o vilão mortal responsável pela atual epidemia de obesidade.
sugar
No artigo publicado em março deste ano pelo The Guardian, o pesquisador e pediatra norte-americano Dr. Robert Lustig aponta o açúcar como principal responsável pela obesidade, principalmente das crianças.
Segundo Lustig, estamos entupindo nossas crianças de açúcar na forma de cereais, bebidas açucaradas e outros produtos industrializados. Hoje praticamente qualquer comida industrializada, dos pães ao molho de tomate, passando por congelados, contém açúcar.
A indústria tornou o açúcar um ingrediente fundamental em tudo o que compramos para comer. Ela fez isso porque sabe que assim compramos mais. E o pesquisador continua desafiando: “Se uma empresa de cereais colocasse morfina no produto, o que você pensaria? Então eles colocam açúcar no lugar”.
Isso mesmo: para o Dr. Lustig, os danos causados pelo açúcar a nossa saúde podem ser comparados àqueles causados por drogas como cocaína e morfina. Para ele todos são mortais, tóxicos e viciantes. Segundo ele “nós precisamos nos desintoxicar, desaçucarar nossas vidas. O açúcar deve ser encarado como uma guloseima eventual e não a base da nossa dieta.”
O pesquisador, autor do livro Fat Chance: The Bitter Truth about Sugar (“Sem chance: a amarga verdade sobre o açúcar”), estuda os efeitos do açúcar no nosso organismo há mais de 16 anos. A conclusão principal é que 70 a 80% da obesidade é causada pelo excesso de produção de insulina. Mas a insulina é produzida a partir da nossa alimentação, e o açúcar é o principal gatilho, além de gorduras trans e álcool. Por isso para o pesquisador é fundamental controlarmos o açúcar que as nossas crianças estão consumindo :“Fizemos uma guerra contra a gordura trans e as crianças não consomem álcool, então fica óbvio que o que está deixando elas doentes é o açúcar.”
*Renata é mãe de 3 meninas: Luiza, Julia e Clara. Médica formada pela Unicamp, em Campinas, mora há um ano com sua família na Califórnia. Sua filha Julia é autora do blog Chef Juju com muitas receitas gostosas


domingo, 21 de abril de 2013

TURMA DO CAVALO MARINHO E SUA MASSINHA CASEIRA


Na última semana a turma do cavalo marinho resolveu botar a mão na massa, literalmente.
Explorando as cores possíveis para nosso cavalo marinho, resolvemos preparar uma massinha para  brincar com  os moldes do cavalo marinho que ganhamos da turma da água.
A receita é fácil e rápida, vamos lá!
·         2 xícaras de farinha de trigo;
·         ½  xícara de sal; 
·         1 xícara de água;
·         1 colher de óleo;
·         Corante artificial para alimentos
Em uma tigela ou bacia adicionar a farinha e o sal. Em seguida adicionar o óleo, mexendo. Em uma xicara misture a água com o corante e logo que a mistura estiver homogenia, despeje na bacia  onde estão os demais ingredientes.
Mexa até conseguir a textura  desejada. Se necessário faça as correções com farinha ou água.
Pronto, agora é só continuar a diversão!

















XI SEMANA DE FITOTERAPIA



maiores informações: www.cati.sp.gov.br

quinta-feira, 4 de abril de 2013

PAULO FREIRE


BRINQUEDOS FAVORITOS E REALIDADE SOCIOCULTURAL



“Toy Story” | Ensaio Fotográfico mostra crianças com seus brinquedos ao redor do mundo

Written by literatortura on . Posted in Fotografia2 Comments


Por Gustavo Magnani,
O fotógrafo Gabriele Galimberti levou 18 meses para compôr todo o trabalho retratado no ensaio intitulado como “Toy Story”, com crianças de 6 anos. A ideia era retratar crianças com seus bens favoritos. A partir de então, podemos inferir e assimilar um pouco mais de cada cultura. Todavia, por mais pessoal e singular que cada criança e cada brinquedo seja, há uma certa universalidade retratada em todas as imagens. Uma certa confidência para com os brinquedos.
Gabriele, além das fotografias, fez uma experiência bastante interessante: ele relata que nos países mais desenvolvidos, as crianças tendem a ser mais egoístas para com seus brinquedos, levando mais tempo para permitir que o profissional brincasse com os pertences – pois era isso que ele fazia antes de dispôr o cenário para a foto. Já nos países mais pobres, o inverso acontecia: mesmo com uma quantidade menor de brinquedos – por vezes, dois ou três, a interação, ao menos inicialmente, mostrava-se muito maior.
“No início elas (“crianças ricas) não me deixavam tocar nos brinquedos. Precisei de mais tempo para poder brincar com elas. Nos países pobres foi mais fácil. Mesmo que só tivessem dois ou três brinquedos, elas não se importavam”
Ele ainda diz que a menina indiana, filha de uma poderosa família do país, amava o jogo Monopoly. Já o mexicaninho, não abria mão de seus caminhões. Segundo Gabriele, isso mostra uma relação mais do que estreita para com o meio familiar. No primeiro caso, a família construía hotéis e casas. Já no segundo, pois o menino mora perto de plantações de açúcar, onde vê/ouve o som dos automóveis o dia inteiro. No fim, o fotógrafo concluiu:
“nessa idade, as crianças são basicamente iguais. Todas só querem brincar”.

p.s: guardei esse ensaio especialmente para a Páscoa, pela imagem e sentimento que ele nos traz. 

Alessia – Castiglion Fiorentino, Italy

Arafa & Aisha – Bububu, Zanzibar

Bethsaida – Port au Prince, Haiti

Cun Zi Yi – Chongqing, China

Kalesi – Viseisei, Fiji Islands

Maudy – Kalulushi, Zambia

Julia – Tirana, Albania

Enea – Boulder, Colorado

Davide – La Valletta, Malta

Chiwa – Mchinji, Malawi

Botlhe – Maun, Botswana

Virginia – American Fork, Utah

Tyra – Stockholm, Sweden

Tangawizi – Keekorok, Kenya

Taha – Beirut, Lebanon

Stella – Montecchio, Italy

Ryan – Johannesburg, South Africa

 

Shaira – Mumbai, India

 

Puput – Bali, Indonesia

Pavel – Kiev, Ucraina

Orly – Brownsville, Texas

Norden – Massa, Marocco

Naya – Managua, Nicaragua

*****
Boas oportunidades para refletirmos sobre a infância pelo mundo e as condições socioculturais que convivem

quarta-feira, 3 de abril de 2013

JORNAL MENSAL ABRIL 2013



CARDÁPIO DE ABRIL

Abaixo disponibilizamos os cardápios, do mês de abril,  para todos os agrupamentos da nossa unidade educacional. Esclarecemos que os dardápios estão sujeito à alterações uma vez que dependem dos recursos encaminhados pelo CEASA Campinas.

AGRUPAMENTO 1

 













 















AGRUPAMENTO 2




AGRUPAMENTO 3